É um dia em Londres
Tive algumas dificuldades em escrever esta
tem algumas partes que eu passei a frente ou que podem estar erradas porque não consegui perceber
me digam o que tiver errado e eu corrijo já,por favor
obrigada +.+
O sol nasceu
a luz desceu
começa o dia neste céu
Há pra fazer
Dão pra cozer
e há quem não queira acordar
As lojas também vão abrir
eu pelo contrário vou dormir
A tocar os sinos vão
pra acordar,pois então
É um dia em Londres
vem cá ver quem é
todos de manhã
saem de perto e longe até
a vestir bem,pra agradar
da cabeça ao pé
só querem ver,só querem ter
algo bom para comprar
Vê só os peixes que pesquei
vou o melhor que arranjei
só tens de agradecer a Deus
porque há aqui tectos que nem são teus
Eu como isto com mamão
mas há quem vá lavar o chão
passa o dia bem normal
temos paz
não se está mal
É um dia em Londres
tudo pra vender
bolsos e sacolas
Olha vê la
Aquela vai cair
Pois é
Quem é?
parece a voar
Selvagem é
corajosa é
Quero um cabelo assim
O meu coração é um tambor
não estou a ver bem
em Londres as pessoas são de outro mundo além
são tantas ruas como sabem onde vão
são os sinais sei o que são
assim não sei
Londres é tudo o que eu ouvi
Londres é algo como eu nunca vi
música e roupas e telhados tais
bandeiras mais altas que pinhais
Tem um expressão que é como mel
E alta é
e anda de pele
É só esperar se querem ver
Mas o que é ser ou o que não ser
Pra construir o que há aqui
mas tribos deve haver
O cheiro das coisas pra vender
não posso descrever
os bolos sabem a morangos
sei eu bem
o som do rio ainda é a minha lei
Como as abelhas de cá para lá
a avó gostaria de ficar
gente e barulho
mas ninguém vai nu
cores gosto eu e gostas tu
É um dia em Londres
tudo sempre igual
tá desconfiada
é bem natural
tá a tornar-se num dia ´
que nunca esquecerá
Londres é tudo o que eu ouvi
Londres é algo como eu nunca vi
música e roupas e telhados tais
bandeiras mais altas que pinhais
É um dia em Londres
está quase no fim
acabo o mistério
confia em mim
vimos te a ti
Ai o que ouvi
que surpresa total
que dia tão fenomenal
diferente de um dia banal
que dia em Londres foi
tão especial
Aqui podem encontrar curtas metragens de Walt Disney todas as semanas, críticas de desenhos animados alfabeticamente organizados,vídeos e trailers. ESPERO QUE GOSTEM!!! PS:Não esqueça de pôr o seu comentário!
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sábado, 23 de junho de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Para onde irei eu partir - Pocahontas II
Para onde irei eu partir:
O frio chegou o vento trás
Aos campos e à toda terra estranha paz
As aves vão cruzando mar
Os ursos vão dormir então os meses para sonhar
Confiam no instinto que alguém lhes duo
E se eu confiar no meu
Eu vou ver quem eu sou
Para onde vou eu partir
São muitas vozes em mim a surgir
Qual é a voz que deverei ouvir
O que eu sou, para onde vou partir
Como eu mudei
Agora sei
O que escolher e até dizer adeus também
É que o futuro não sei eu
Avança assim vai por aí
Depende só de mim
Já não sinto que sou parte do que passou
Creio bem que já cheguei
A vida começou
Para onde vou eu partir
São muitas vozes em mim a surgir
Qual é a voz que deverei ouvir
O que eu sou, para onde vou partir
O frio chegou o vento trás
Aos campos e à toda terra estranha paz
As aves vão cruzando mar
Os ursos vão dormir então os meses para sonhar
Confiam no instinto que alguém lhes duo
E se eu confiar no meu
Eu vou ver quem eu sou
Para onde vou eu partir
São muitas vozes em mim a surgir
Qual é a voz que deverei ouvir
O que eu sou, para onde vou partir
Como eu mudei
Agora sei
O que escolher e até dizer adeus também
É que o futuro não sei eu
Avança assim vai por aí
Depende só de mim
Já não sinto que sou parte do que passou
Creio bem que já cheguei
A vida começou
Para onde vou eu partir
São muitas vozes em mim a surgir
Qual é a voz que deverei ouvir
O que eu sou, para onde vou partir
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Quantas cores o vento tem - Pocahontas
Quantas cores o vento tem:
Tu achas que sou uma selvagem
E conheces o mundo mas eu não posso crer
Não posso acreditar que selvagem possa ser
Se tu é que não vês em teu redor
Teu redor
Tu pensas que esta terra te pertence
Que é um ser morto mas vais ver
Mas cada pedra,planta ou criatura
Está viva,tem alma é um ser
Tu ligas apenas às pessoas
Que pensam como tu sem se opor
Mas seguem as pegadas de um estranho
E terás mil surpresas de esplendor
Já ouviste o lobo uivar nesta lua azul
Ou porco ri o lince com desdém
Sabes vir cantar com as vozes da montanha
E pintar com quantas luzes o vento tem
E pintar com quantas luzes o vento tem
Vem descobrir os trilhos da floresta
Provar a doce amora e o seu sabor
Rolar no meio de tanta riqueza
E não crer indagar o seu valor
Sou a irmã do rio e do vento
A garça,a lontra são iguais a mim
Vivemos tão ligados uns aos outros
Neste arco, neste círculo sem fim
Que altura a árvore tem
Se a derrubares não sabe ninguém
Nunca ouvirás um lobo sobre a lua azul
Ou que é que importa a cor da pele de alguém
Temos que cantar com as vozes das montanhas
E pintar com quantas cores o vento tem
Mas tu só vais conseguir esta terra possuir
Se a pintares com quantas cores o vento tem
Tu achas que sou uma selvagem
E conheces o mundo mas eu não posso crer
Não posso acreditar que selvagem possa ser
Se tu é que não vês em teu redor
Teu redor
Tu pensas que esta terra te pertence
Que é um ser morto mas vais ver
Mas cada pedra,planta ou criatura
Está viva,tem alma é um ser
Tu ligas apenas às pessoas
Que pensam como tu sem se opor
Mas seguem as pegadas de um estranho
E terás mil surpresas de esplendor
Já ouviste o lobo uivar nesta lua azul
Ou porco ri o lince com desdém
Sabes vir cantar com as vozes da montanha
E pintar com quantas luzes o vento tem
E pintar com quantas luzes o vento tem
Vem descobrir os trilhos da floresta
Provar a doce amora e o seu sabor
Rolar no meio de tanta riqueza
E não crer indagar o seu valor
Sou a irmã do rio e do vento
A garça,a lontra são iguais a mim
Vivemos tão ligados uns aos outros
Neste arco, neste círculo sem fim
Que altura a árvore tem
Se a derrubares não sabe ninguém
Nunca ouvirás um lobo sobre a lua azul
Ou que é que importa a cor da pele de alguém
Temos que cantar com as vozes das montanhas
E pintar com quantas cores o vento tem
Mas tu só vais conseguir esta terra possuir
Se a pintares com quantas cores o vento tem
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