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sábado, 23 de junho de 2012

É um dia em Londres - Pocahontas 2

É um dia em Londres

Tive algumas dificuldades em escrever esta
tem algumas partes que eu passei a frente ou que podem estar erradas porque não consegui perceber
me digam o que tiver errado e eu corrijo já,por favor

obrigada +.+

O sol nasceu
a luz desceu
começa o dia neste céu
Há pra fazer
Dão pra cozer
e há quem não queira acordar

As lojas também vão abrir
eu pelo contrário vou dormir
A tocar os sinos vão
pra acordar,pois então

É um dia em Londres
vem cá ver quem é
todos de manhã
saem de perto e longe até
a vestir bem,pra agradar
da cabeça ao pé
só querem ver,só querem ter
algo bom para comprar

Vê só os peixes que pesquei
vou o melhor que arranjei
só tens de agradecer a Deus
porque há aqui tectos que nem são teus

Eu como isto com mamão
mas há quem vá lavar o chão
passa o dia bem normal
temos paz
não se está mal

É um dia em Londres
tudo pra vender
bolsos e sacolas
Olha vê la
Aquela vai cair

Pois é
Quem é?
parece a voar

Selvagem é
corajosa é
Quero um cabelo assim

O meu coração é um tambor
não estou a ver bem
em Londres as pessoas são de outro mundo além
são tantas ruas como sabem onde vão
são os sinais sei o que são
assim não sei

Londres é tudo o que eu ouvi
Londres é algo como eu nunca vi
música e roupas e telhados tais
bandeiras mais altas que pinhais

Tem um expressão que é como mel
E alta é
e anda de pele

É só esperar se querem ver
Mas o que é ser ou o que não ser

Pra construir o que há aqui
mas tribos deve haver

O cheiro das coisas pra vender
não posso descrever
os bolos sabem a morangos
sei eu bem
o som do rio ainda é a minha lei

Como as abelhas de cá para lá
a avó gostaria de ficar
gente e barulho
mas ninguém vai nu
cores gosto eu e gostas tu

É um dia em Londres
tudo sempre igual
tá desconfiada
é bem natural
tá a tornar-se num dia ´
que nunca esquecerá


Londres é tudo o que eu ouvi
Londres é algo como eu nunca vi
música e roupas e telhados tais
bandeiras mais altas que pinhais



É um dia em Londres
está quase no fim
acabo o mistério
confia em mim
vimos te a ti

Ai o que ouvi
que surpresa total
que dia tão fenomenal
diferente de um dia banal
que dia em Londres foi
tão especial

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Para onde irei eu partir - Pocahontas II

Para onde irei eu partir:

O frio chegou o vento trás
Aos campos e à toda terra estranha paz
As aves vão cruzando mar
Os ursos vão dormir então os meses para sonhar
Confiam no instinto que alguém lhes duo
E se eu confiar no meu
Eu vou ver quem eu sou

Para onde vou eu partir
São muitas vozes em mim a surgir
Qual é a voz que deverei ouvir
O que eu sou, para onde vou partir

Como eu mudei
Agora sei
O que escolher e até dizer adeus também
É que o futuro não sei eu
Avança assim vai por aí
Depende só de mim

Já não sinto que sou parte do que passou
Creio bem que já cheguei
A vida começou

Para onde vou eu partir
São muitas vozes em mim a surgir
Qual é a voz que deverei ouvir
O que eu sou, para onde vou partir

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Quantas cores o vento tem - Pocahontas

Quantas cores o vento tem:

Tu achas que sou uma selvagem
E conheces o mundo mas eu não posso crer
Não posso acreditar que selvagem possa ser
Se tu é que não vês em teu redor
Teu redor

Tu pensas que esta terra te pertence
Que é um ser morto mas vais ver
Mas cada pedra,planta ou criatura
Está viva,tem alma é um ser

Tu ligas apenas às pessoas
Que pensam como tu sem se opor
Mas seguem as pegadas de um estranho
E terás mil surpresas de esplendor

Já ouviste  o lobo uivar nesta lua azul
Ou porco ri o lince com desdém
Sabes vir cantar com as vozes da montanha
E pintar com quantas luzes o vento tem
E pintar com quantas luzes o vento tem

Vem descobrir os trilhos da floresta
Provar a doce amora e o seu sabor
Rolar no meio de tanta riqueza
E não crer indagar o seu valor

Sou a irmã do rio e do vento
A garça,a lontra são iguais a mim
Vivemos tão ligados uns aos outros
Neste arco, neste círculo sem fim

Que altura a árvore tem
Se a derrubares não sabe ninguém
Nunca ouvirás um lobo sobre a lua azul
Ou que é que importa a cor da pele de alguém
Temos que cantar com as vozes das montanhas
E pintar com quantas cores o vento tem

Mas tu só vais conseguir esta terra possuir
Se a pintares com quantas cores o vento tem